“eu não assaltei o bpi – ensaio sobre a iniquidadeé uma curta narrativa realista baseada no percurso de um processo executivo, relativo a um contrato hipotecário de crédito habitação, que se iniciou em 2006, teve o seu climax no final de 2013 e foi dado como encerrado no final de 2017.

 

Dedicado à trilogia estado-banco-agentes que teve a capacidade de fazer desaparecer, para lucro do banco e ganho dos agentes, um duplex avaliado em 250.000.00€ na freguesia da Caparica.

A leitura do processo executivo mostra que é um conjunto sequencial de actos administrativos, que se prolongou pausadamente ao longo de onze anos e culmina numa negociação particular entre o banco, o agente de execução e o encarregado de venda.

Vendo-o segundo o prisma da equidade e da boa-fé, tratou-se de uma farsa institucional manietada pelo banco e sustentada pelo Estado, no sentido de garantir que o exequente fosse ressarcido dos estragos que ele próprio causou, em actuação conjunta continuada, como todos os outros bancos: – A crise imobiliária internacional.

Sítio de apoio na internet: https: //www.eunaoassalteiobanco.com/narrativa

eu não assaltei o bpi - ensaio sobre a iniquidade

  • Página de apresentação do PROCESSUM

    O BANCO é ressarcido da perda causada pela BOLHA que ele próprio causou.

    ... /

    Assim foi. Comprou o imóvel por metade do preço e vendeu-o com lucro expressivo sem pagar impostos. Depois sacou mais 158.468,19€ de créditos, como se nada fosse com ele.
    O executado ficou sem o investimento que fizera em 1999 e vai pagar o designado "remanescente"... os tais créditos. Com a crise perde mais de 300.000.00€... o BANCO não perde nada e ainda tem o seu lucro.

    ... /.

    https://obancoeabolha.com/2019/02/12/manifesto/

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